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Meu primeiro autorretrato intencional é também minha origem: antes de florescer enquanto drag persona, me via/vejo na ninfa homônima da mitologia grega condenada a repetir os últimos sons que escuta e sua paixão não correspondida por Narciso. No mito, seu fim é trágico: se isola, definha e dissolve no ar. A pintura oferece uma alternativa: sua presença no eco da imagem que Narciso mergulha em busca no lago é decisiva, uma palavra final que não foi proferida anteriormente por alguém. Construo com pinceladas meu próprio ego, meu próprio narciso, minha presença drag.
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